Quem já passou pelo formação solidária tem muito a dizer

Depoimentos de alunos, professores e colaboradores.

  • Nome

    TAIZE MAIARA DEZONE

    20 anos - Aluna

    Esse é meu terceiro ano aqui no Cursinho e não tenho do que questionar quanto à metodologia de ensino e no preparatório para o vestibular. Desde quando fiz o primeiro ano, a qualidade só tem aumentado, seja na parte dos professores ou nas apostilas, na organização, nas aulas.

    A parte de ser um programa solidário em que a gente vê a dedicação dos professores e tambem dos colaboradores é muito gratificante. Até penso em futuramente, quando estiver ingressado na faculdade, servir como voluntária desse programa. Passa uma visão muito bonita de humanidade, de dedicação e de exemplo.
  • Nome

    TATIANA WOWK

    21 anos - Aluna

    Estava conversando com a minha mãe no ônibus a respeito de algum local para fazer cursinho preparatório. De repente uma ex-aluna escutou nossa conversa e me indicou o Cursinho Solidário. Me inscrevi no mesmo dia e faltava apenas uma semana para a prova. Foi tudo bem como eu esperava e como a menina do ônibus havia me explicado. A qualidade é muito boa!

    Me sinto bem por fazer parte de um programa tão bom, não só por causa do Cursinho, mas acho bonita a ideia da ONG, em geral. Tento honrar a oportunidade que eu recebi!

    Terminei o 3º ano em 2013, e em 2014 e 2015 só tenho me dedicado aos estudos. Tiro o máximo que eu posso dos professores e do meu tempo para estudar.
  • Nome

    THAYNÁ RUCHINSKI

    17 anos - Aluna

    Querendo ou não, essa questão de não termos tido aula no colégio por conta da greve no mês passado atrapalhou muito o nosso desempenho escolar. A vantagem que tive de estudar no Cursinho Solidário no tempo da greve, muitos amigos meus não teve. Aqui eu estou estudando, vendo os conteúdos, me dedicando.

    Ainda assim, gosto bastante do Cursinho. Os professores são ótimos, eu não tenho do que reclamar. Temos todo o apoio possível deles, estão sempre dispostos a ajudar.
  • Nome

    CAMILA KINDRAZKI

    17 anos - Aluna

    Comparado aos meus amigos que estavam sem aula por conta da greve, o preparatório que estou tendo no Cursinho vai me ajudar muito na hora do vestibular. Graças ao Cursinho, na hora de fazer a prova, eu vou saber coisas a mais do que meus amigos que foram prejudicados.

    Quanto ao cursinho, eu só tenho elogios! O cursinho é muito bom e os professores são muito competentes!

    Para mim tem sido incrível e tento aproveitar ao máximo essa experiência!
  • Larissa Pinto

    Conheci a Formação Solidária através de um fôlder que minha irmã pegou na UTFPR, fiz minha inscrição no último dia, pesquisei sobre a equipe do cursinho solidário e decidi fazer a prova pois acreditei no potencial da ONG para guiar meus estudos. Passei pelo processo seletivo do cursinho e comecei a estudar. Já tinha em mente o curso que queria e sabia o quanto precisava estudar para passar, e isso inicialmente impediu muito a evolução dos meus estudos, pois como sabia que o curso não era muito concorrido, não me dedicava como deveria e os resultados do simulados acabaram se tornando não tão agradáveis para mim. Após um tempo, houve o início de um projeto de vocação ministrado pelo psicólogo e professor Daniel, durante os encontros consegui, com a ajuda do grupo, ver o mal que eu fazia em não me dedicar ao estudo, pois realmente estava só perdendo tempo e a aprovação dependia somente de mim, e do jeito que estava não sei se passaria. Fiz um cronograma de estudo e comecei a segui-lo, evitava estudar em casa pois o estudo não fluía então passava as tardes na Biblioteca Pública e depois ia para o cursinho. Durante meus estudos, tentei não deixar nenhuma matéria de lado -principalmente as que eu não gosto- pois todos sabemos que a primeira fase não é feita apenas de matérias que gostamos -infelizmente-. Por mais que tivesse dificuldade, com o complemento das aulas consegui melhorar o meu conhecimento, isso obviamente graças aos professores que são excelentes profissionais que sabem ensinar e nos divertir muito bem. Em momento algum virei noites estudando, pois o curso que tentei não é tão concorrido, então sempre soube que esse desgaste seria desnecessário, porém tenho em mente que se tentasse um curso mais concorrido, meu estudo seria muito diferente do que foi. O tempo passou e veio a primeira fase, dei o melhor de mim de acordo com o meu estudo e obtive um resultado satisfatório, ficando muito próxima ao primeiro colocado, então para a próxima fase direcionei meus estudos para aprimorar minhas redações e desenvolver melhor as questões de matemática -que foi minha específica-. Após a segunda fase, o alívio de finalmente me ver livre dos estudos para poder aproveitar as férias deveria ter vindo, porém no lugar da felicidade fui tomada por ansiedade, por mais que todos me dissessem que a vaga era minha, eu tinha que ver o meu nome na lista, ter a certeza que tinha conseguido. E então o dia do resultado chegou, em meio a um ataque de nervos recebi o que tanto esperava, fui aprovada na minha tão amada -espero que seja sempre assim- Engenharia Cartográfica e de Agrimensura! Graças ao apoio incondicional oferecido aos alunos e por sempre acreditarem em nosso potencial, hoje posso agradecer a ONG Formação Solidária por essa conquista.

    Larissa Pinto.
  • Stephani Ramos Domanski dos Santos

    Finalmente, depois de três anos, eu consegui! 2015 está começando especial: Caloura de Medicina da Unioeste, Universidade Estadual do Oeste do Paraná!

    E, mesmo que tenha frequentado o curso por pouco tempo, o Formação Solidária contribuiu na realização desse sonho. Agradeço aos professores que, além de verdadeiros mestres, são grandes amigos; ao Elias que faz de tudo pela sua Equipe e que é um grande conselheiro; e a todos que vestem a camisa para o andamento do cursinho.

    Foram 3 anos conciliando trabalho e estudo. Muitas noites sem dormir: quando não era uma madrugada de estudos, era de insônia. Muitos finais de semanas "sacrificados". Aulas, simulados, exercícios, revisões. Mais de 18 vestibulares e, com eles, tantos "nãos". Mas não desistir me proporcionou a melhor sensação do mundo!

    Dia 19 de dezembro, às 10:26 da manhã, eu vi meu nome no listão! Um choro aliado a gargalhadas e um grito que até a vizinha ouviu! PASSEI! Mais de 3 pessoas precisaram me confirmar que era mesmo o meu nome que estava lá. Não passei em vestibulares com 100 vagas. Nesse eu concorria a 10. A diferença?

    Dessa vez eu acreditei. "Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena acreditar no sonho que se tem, ou que seus planos nunca vão dar certo, ou que você nunca vai ser alguém".

    E aí? Qual história sobre a sua vida você vai escrever?
  • Jacqueline Monteiro

    Sonhava em cursar Direito na UFPR. No começo de 2013, estava com medo de como seria o futuro, pois não acreditava que teria chance de alcançar o que tanto almejava. No decorrer do cursinho, em vários momentos pensei em desistir, mas com o apoio de minha família e de toda a equipe do Formação Solidária continuei firme. No dia 09/01/2014, quando vi me nome naquela lista, senti o quanto valeram a pena os finais de semana estudando e as noites de sono perdidas.

    Tudo recompensado por uma palavra: Passei!!!

    No Formação Solidária aprendi que todos precisamos de alguém que acredite em nossos sonhos e nos proporcione uma oportunidade. Obrigada, Formação!
  • Matheos de Almeida

    Nascido e criado em Curitiba, sempre estudei em escolas públicas, nas quais nos passavam apenas uma noção básica de vestibular. No ano de 2011, parti para minha primeira prova da UFPR. Foi um fiasco total. No ano seguinte, porém, conheci o cursinho, por acaso,  em um banner no ônibus, e resolvi tentar entrar no projeto. Logo após ser selecionado para o ano de 2012, consegui perceber o quão bonito é o trabalho dos profissionais  envolvidos: professores, alunos, coordenadores, colaboradores, todos unidos por uma boa causa. A palavra “solidário” nunca fez tanto sentido para mim. Para dizer a verdade, foi numa dessas que resolvi seguir meu caminho para o curso de história. Aquele sonho distante de virar professor  já não parecia tão absurdo. O ano de 2012 passou, chegou a temporada de provas, e bateu na trave. O sonho, contudo,  não poderia parar.

    Continuei buscando, no ano de 2013, minha estimada vaga na universidade. Novamente no cursinho solidário, estudando com o auxílio e a dedicação de todos envolvidos, hoje estou no topo da montanha, hoje sou calouro da Universidade Federal do Paraná. A caminhada só está começando, porém deixo esse curso com muita satisfação, e irei carregar tudo que foi ensinado para sempre. Pretendo voltar, mas dessa vez, almejo estar na carteira da frente. Aquela grande, no centro.
  • AUGUSTO CESAR MONTEIRO SILVA

    No começo do ano de 2013, eu trabalhava oito horas por dia numa lanchonete. Após o terceiro ano do Ensino Médio, eu sabia que teria que fazer o vestibular, porém seria muito difícil tendo  apenas  o Ensino Médio dos colégios em que estudei. Minha ideia inicial era de trabalhar até a metade do ano, juntar dinheiro e fazer um cursinho de um semestre.

    Hoje sei que seria muito difícil aprender em apenas um semestre tudo o que faltou aprender em todo o Ensino Médio.

    Fiquei sabendo, porém, no último dia das inscrições para o cursinho, sobre o Formação Solidária. Com o dinheiro que tinha arrecadado até ali, eu poderia pagar o cursinho completo. Me inscrevi, fiz a prova e passei. Pedi demissão na lanchonete para poder me dedicar aos estudos. O ensino do cursinho foi melhor do que o dos colégios em que fiz o Ensino Médio. Aprendi matérias no Formação Solidária que nunca me tinham sido ensinadas antes.

    Graças ao cursinho da ONG Formação Solidária, hoje eu sou calouro da UFPR, no curso de Ciência da Computação.

     
  • Abraão De Souza Alves Luiz

    Fui aluno do Cursinho Solidário em 2013, e antes do cursinho, minha vida era quase como que com um futuro "incerto": não sabia qual curso tentar na faculdade, e no fundo, sentia que minhas chances de entrar em uma universidade pública e de boa qualidade eram muito pequenas. Mas então conheci, por meio de familiares, o Cursinho Solidário. Participei de um processo seletivo, o qual era composto por uma prova de conhecimentos gerais e uma entrevista socioeconômica. Após isso, fui selecionado para ser um aluno do Cursinho Solidário. Como moro em Colombo, eu estudava de manhã no ensino médio normal, do colégio em meu bairro, à tarde ia para um estágio na Prefeitura de Curitiba, e depois eu ia para o cursinho. Chegava muito tarde a casa, muitas vezes ia dormir às duas horas da manhã, para acordar às seis e meia. Era muito cansativo, mas uma das coisas mais importantes que o cursinho me ensinou, foi a ser resistente durante as provas da vida. Muitas vezes tínhamos que vencer a fome e o cansaço, mas nunca desistimos, por mais que isso sempre viesse na nossa mente como uma efetiva opção de escolha!

    Nos primeiros dias de aula já vimos quanta diferença existia entre o ensino público e o ensino do cursinho pré-vestibular do Formação Solidária: os professores são muito dedicados e preparados, unidos também ao interesse dos alunos que estavam assistindo. Foi esse um grande diferencial. No cursinho aprendemos que não estávamos sozinhos, e que muitas vezes uma palavra amiga era o que nos impulsionava para frente. Os simulados que foram aplicados ao longo do tempo nos ensinavam a como agir diante de um vestibular ou do ENEM, a controlar o tempo , a calma , e até como "chutar" da melhor maneira, quando fosse preciso! Os professores nos ensinavam "manhas" importantíssimas e modos de memorizar coisas, o que foi muito importantes para mim no vestibular. Às vezes você pode até achar que nunca vai utilizar aquilo, mas eu digo que usei e muito! Mesmo tentando estudar todas as matérias e ser "craque" em todas, não conseguia, é muito difícil ".

    "Manjar" tudo, isso é muito normal! Mas aprendi também que devemos fazer o possível e o impossível para aprender algumas coisas. Por exemplo, sempre que possível, eu sentava no chão do ônibus e estudava, afinal, um sacrifício sempre deve ser feito! Festas nos fins de semana? Nem pensar! Muitas coisas eu cortei da minha vida. 2013 eu ofereci apenas para os estudos, e recebi tudo que plantei em troca!

    Após um ano de esforço e de lutas, no dia 09/01/2014 pude ver meu nome na lista dos aprovados da Universidade Federal do Paraná no curso de Engenharia Ambiental, e agora sou extremamente agradecido pelo coordenador do Cursinho Solidário, Elias Bonfim, e a todos os professores desta querida ONG que nos proporcionou a felicidade de estar ingressando no ensino superior, abrindo as portas das nossas vidas. Uma palavra que eu sempre vou levar na minha vida é a “solidariedade”: eu a recebi no cursinho e agora quero que outras pessoas também possa realizar este mesmo sonho que eu tive a oportunidade de realizar: ser aprovado no vestibular da Federal! Você também é capaz de realizar este sonho! E para você que não passou, tente outra vez e nunca desista, por que quando você estiver no banho de lama, não vai se lembrar das dificuldades que passou durante o ano. Nunca desista, porque quanto mais preparado você estiver maior será a chance de ser vitorioso!
  • Roberlei Bertucci

    "O Formação Solidária é um projeto que não quer ser assistencialista, mas sim promover a dignidade das pessoas por meio das suas próprias conquistas. É por isso que, desde 2006, sou voluntário do projeto, por acreditar que os alunos ali querem uma oportunidade para um futuro melhor. A cada ano, o prazer é maior em fazer parte dessa turma!!"
  • Antonio Diogo Greff de Freitas

    "Conheci o Cursinho Formação Solidária em 2012 enquanto estudante de história da UFPR. Procurava um cursinho comunitário para dividir os aprendizados que havia recebido.



    Me cadastrei no site, e algum tempo mais tarde o coordenador Elias me ligou. Acabei recebendo uma oportunidade de experiência a qual eu não tinha dimensão naquele momento.



    Ao lecionar para turmas realmente interessadas nas aulas, com pessoas muito dedicadas, com perspectivas para a realização do sonho do vestibular, descobri que não queria mais deixar de dar aula naquele lugar.



    É sempre um prazer dar aulas num lugar assim, lugar com uma equipe competente, com uma estrutura adequada para o professor e os alunos, assim como um ambiente divertido.



    O aprendizado do Cursinho Formação Solidária é algo que vai além do conteúdo do vestibular, é o aprender a compartilhar o conhecimento, é o trabalhar juntos, pois juntos somos mais fortes!



    Obrigado Formação pela oportunidade, saiba que terão que me aturar por muitos anos ainda!"



    Antonio Diogo Greff de Freitas Professor de História no Formação Solidária
  • Nome

    Helyn Barddal, 29

    Sempre quis fazer parte do mundo acadêmico mas era desesperançosa devido a falta de condições financeiras para participar de um curso preparatório. Foi então que eu e meu irmão encontramos o Formação Solidária.

    Com mais de 6 anos sem estudar, entramos com muita vontade para as aulas ministradas com muita dedicação pelos professores voluntários que fizeram a diferença. Não chegamos a conluir o curso, mas aproveitamos o máximo cada tempo livre dos professores e o nosso. Pelas mesmas dificuldades tivemos que sair do curso, mas aprendemos a ter garra e objetivo, com isso partimos para o vestibular e para o ENEM.

    Não passamos na UFPR mas tiramos uma excelente nota no ENEM, o que nos assegurou uma bolsa integral, para ele administração na FAE e para mim biologia na PUC. Era mais do que suficiente. Um dia éramos só mais um filho de José e hoje somos mais um filho do mundo, filhos esses que fazem a diferença onde passam, pois casa luta para se manter na vida acadêmica vale muito mais do que qualquer jóia impagável.

    Hoje, meu irmão já está terminando a pós-graduação, tem um cargo de importância na empresa e é referência em palestras e no que diz respeito a gestão de pessoas. Quanto a mim, fui destaque como aluna e sou mestranda e pesquisadora da UFPR.

    Cursos como o Formação Solidária devolvem a vida para muitos que tem potencial e por motivos maiores tem que deixá-los sempre para depois. Muitos como eu, precisam trabalhar agora e pensar no futuro enquanto dormem. No curso se aprende mais do que matérias, aprende-se que você é mais importante para sua vitória, e ninguém mais.

    Depende de você, as condições em casa não mudaram muito, então se eu continuasse esperando, ainda estaria lá, esperando e nada mais. Hoje somos os orgulhos dos nossos pais, pois independente do que eles passam, pais só querem ver nosso sucesso, nossa felicidade e hoje é o que mostramos para ele e para nós quando nos olhamos no espelho. Hoje ainda mais.

    Leciono para pessoas que tem essa vontade de mostrar mais do que pode-se ver, leciono porque é o que me faz sentir bem e feliz por contribuir para que mais 1 conquiste o sorriso que ser completo. Obrigada Formação Solidária por acreditar em nós.
  • Nome

    Patricia Andreatta

    Após 18 anos longe da escola e sem perspectivas, a Formação Solidária foi uma porta aberta para a melhor oportunidade da minha vida. Aprendi que a realização do sonho de uma faculdade é possível mesmo quando as circunstâncias dizem que não. Através do trabalho de pessoas maravilhosas que dedicam seu tempo e conhecimento, sem pedir em troca nada além da comemoração pela vitória, hoje, curso Letras na UFPR. Sinto-me como se estivesse em meus 20 anos de idade, autoestima recuperada e horizontes ampliados. A Formação Solidária não prepara apenas para o vestibular, também fornece base para a vida na universidade. Ainda há muito pela frente, mas, após sentir o gostinho da realização, as dificuldades são apenas mais alguns desafios a serem vencidos.
  • Nome

    Paola Cristina Iungblod da Luz

    Antes de conhecer o formação solidária, não sabia ao certo o que iria fazer após terminar o ensino medio, logico que sempre tive em mente o curso dos sonhos mas não tinha alguma ideia de qual seria o primeiro passo.Hoje após um ano de curso, junto de toda a equipe de professores e a coordenação do formação, vejo que o objetivo do cursinho é tentar colocar o maximo de alunos dentro de uma universidade cursando o que sempre sonhou , o formação nós dá essa chance mostrando que o estudante pode ir além do que ele imagina apenas estudando e levando o esforço a serio até a primeira e segunda fase da federal que é onde cada um irá mostra do que é capaz , e que tudo valeu a pena , cada feriado perdido fazendo simulado , fins de semana sem sair , deixar varias vezes de estar com a familia para estudar.

    Além de todas essas conveniencias do formação, aprendemos que dentro do curso conhecemos muitas pessos com historias de vida que nos motivam a não desistir,assim agradeço a toda equipe formação que acreditou no meu potencial e graças a Deus e a paciencia de todos consegui atingir a meta de estar dentro da federal do Paraná.
  • Nome

    Fernanda Rodrigues

    A formação solidária foi muito importante para mim. Com o diferencial na preocupação pela educação direcionada a todos, o cursinho se tornou uma fonte de inspiração em minha vida. Eu, que apenas tive ensino em escola pública e não poderia pagar pelos cursinhos mais conhecidos do mercado, tive a satisfação de receber os melhores ensinamentos dos melhores professores, que dedicaram parte de seu tempo apenas pela gratificação de ajudar ao próximo.

    O ano de 2012 foi um período um tanto quanto conturbado, era ultimo ano de colégio, a pressão para escolha de um curso de graduação e a pressão para conseguir passar no que eu desejava era muito grande. Foi um ano sofrido, pode-se dizer que foi até mesmo desesperador em certos pontos. Eu não tinha nada muito planejado, me inscrevi para o cursinho num dos ultimos dias, pois não sabia das datas, e quase acabei perdendo uma grande oportunidade. Por sorte consegui passar na prova para entrar no cursinho, como eu fazia o ensino técnico já não tinha matérias como química ou física, nem mesmo história.

    Queria passar entre os 60 primeiros para poder ir para a turma que havia sido aberta na UTFPR, pois meu pai não queria que eu fosse para o Boqueirão, pois achava o local "perigoso"". Fiquei em 73º colocada. Tive que convencer meus pais a me deixarem ir, e sim, foi a melhor escolha que eu poderia ter feito.

    Conheci pessoas ótimas, alguns ainda mantenho contato, conheci profissionais incriveis, como o próprio Elias, que coordena tudo com a sua "mão de ferro", o que garante uma grande organização nesse trabalho que é simplesmente fantástico. Fazer parte de algo como a formação solidária é uma grande honra. Embora seja voltado às classes mais baixas, infelizmente ainda não é algo que todos  que quiserem podem fazer pelo número de vagas ser um tanto que pequeno para poder abrigar a todos que precisem dela, mas acredito que um projeto como esse tem a força necessária para atingir níveis cada vez maiores.

    Tudo o que eu aprendi lá foi, e é valido, desde a matéria ensinada com prontidão pelos professores, como a solidariedade com o próximo, isso é algo que não tem como deixar de lado, a disposição em que todos tiveram foi algo motivador, não apenas para completar a tarefa de passar na faculdade, como também, algo para se levar pela vida.

    Hoje posso dizer que valeu muito todo o sofrimento e angústia passados, valeu todo o esforço e dedicação, valeu perder umas horinhas sem dormir, valeu passar finais de semana encarando simulados, e ficar aos sabados de manha fechada na sala de aula enquanto o sol brilhava do lado de fora, valeu as noites em que passei frio ou fiquei molhada por causa da chuva enquanto estava indo ao cursinho. Hoje só posso agradecer às pessoas que dedicaram seu tempo à mim, e dizer que o esforço delas também não foi em vão. Hoje só posso dizer que a sensação de ter seu nome na lista de chamada, seja de onde for, é simplesmente maravilhosamente indiscritível. Hoje posso dizer que a formação solidária mudou demais a minha vida, que me mudou e me moldou como pessoa, me trouxe valores e ensinamentos que nenhum outro lugar traz. Me sinto orgulhosa em ter feito parte dessa família.

    Graças à formação solídária passei pelo prouni com bolsa integral em design de interiores - UniCuritiba. Agradeço a todos de coração, foi mais uma vitória alcançada por mim e por vocês.
  • Nome

    Dayeny Farago

    Antes de entrar no projeto Formação Solidaria já tinha vontade de fazer uma faculdade, porém não tinha noção de como seria o vestibular ou de como me preparar. Fiquei sabendo do cursinho por minha mãe, que havia  visto uma reportagem na tv.

    Quando comecei o cursinho, percebi que estava muito despreparada para um vestibular como o da UFPR, mas no decorrer do ano fui aprendendo  cada vez mais e me tornando mais preparada. Além do preparo para o vestibular, tive no Formação Solidaria uma formação social e pessoal, pois pude vivenciar uma ação de solidariedade que deu certo e ajuda a mudar a vida de várias pessoas, assim como mudou a minha. Passe no vestibular de 2010/2011 da UFPR para o curso de Enfermagem e hoje já me sinto realizada e posso afirmar com toda certeza que a  Formação Solidaria teve papel fundamental para esta conquista.
  • Nome

    DAYANE CANDATTEN DA SILVA

    Na minha adolescência sempre tive vários sonhos e um deles sempre foi o de continuar meus estudos, contudo a vida real me mostrou que o decadente ensino público não seria suficiente para garantir a eficácia do meu sonho, e mais uma vez o peso da realidade recaiu sobre meus ombros, e para ajudar na renda familiar inclinei-me a começar a trabalhar, e devido ao baixo salário de um iniciante e a atribuição de ter que ajudar em casa, nunca me coube a incumbência de pagar um cursinho pré- vestibular para garantir uma faculdade de ensino público o qual seria ideal para o meu perfil.

    Mas o tempo não esperou, e com ele foram-se seis anos preciosos e marcados apenas pela labuta e pelo sonho de um dia conseguir ter uma formação acadêmica. Mas o sonho começou a tomar forma quando em uma chamada do jornal eu vi o anuncio do Cursinho pré vestibular Formação Solidária, uma ONG especializada no preparo para o ingresso do indivíduo na faculdade.  Vi ali a esperança de ter a chance de realizar um grande sonho a tempo adormecido. As chances eram boas e o resultado dependia somente de mim. Meu mundo de contingências estava se expandindo, sim agora eu via que realmente era possível!

    O ano do cursinho foi eternizado na minha vida, como um ano cheio de expectativas, sonhos, amizades, companheirismo e credibilidade sensações que nunca antes eu pudera senti-los de forma tão intensa e verdadeira, o que com certeza compensou os dias cansativos de um dia inteiro de trabalho mais aulas a noite, além dos sábados.

    O formação Solidária reconstruiu a minha visão sobre sociedade e cidadão, hoje realmente acredito que faço parte da sociedade e que existem pessoas que se preocupam com os menos afortunados, acredito que ações pequenas podem sim mudar o mundo, não o mundo de forma literal, mas o mundo de cada pessoa. Sentir a dedicação dos outros de maneira solidária me aflorou a necessidade de retribuir esse bem que me foi feito, de fazer com que outros também sintam esse mesmo prazer de fazer parte de um mundo que pode ser melhor.

    Devido aos imensuráveis esforços de toda uma equipe, hoje eu faço faculdade com bolsa de 100% pelo Prouni, meu sonho está se realizando há alguns anos de se concretizar, e tudo graças á essa equipe que trabalhou (e trabalha) sem medir esforços para que isso fosse possível. Hoje tenho certeza de ter uma dívida enorme com a sociedade, o dever de retribuir e expandir ao máximo todo aquele bem que me foi feito sem cobrar nada em troca.
  • Nome

    Carolina Gomes Santos

    Eu estava me preparando para procurar emprego,quando o meu pai viu na TV o Formação Solidária. A minha vida mudou completamente, me dediquei totalmente aos estudos.

    Eu comecei a estudar e cada dia mais empolgada, meu objetivo era passar, não pensava em perder um ano da minha vida, e foi realmente  o que aconteceu, não tinha muito tempo para lazer, para familia e muito menos namorado, mais posso afirmar com toda certeza, VALEU A PENA.

    EU APRENDI, que existem professores que fazer o que fazem por AMOR. Que não esta ali com toda aquela felicidade para receber dinheiro em troca, APRENDI que todos que participam do projeito FORMAÇÃO SOLIDÁRIA se entregam de corpo e alma por esse projeto maravilhoso, posso afirmar que O FORMAÇÃO MUDOU A MINHA VIDA.

    Hoje sou uma pessoa muito feliz, estou contando os dias para começar as minhas aulas na UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ, e absolutamente grata a todos que me ajudaram nesse ano de 2012.
  • Nome

    Ana Paula Fantin Zellner

    Só o fato de estar estudando em escola publica não me trazia grandes expectativas de passar na federal ou conseguir alguma bolsa no prouni. Decidi por meio de um cartaz exposto no mural do colégio fazer o cursinho Formação Solidária, mais pelo fato de conhecer o curso. Me inscrevi para o Superintensivo no Luiza Ross no boqueirão mesmo morando no boa vista. Comecei o curso e também comecei a acreditar que conseguiria entrar numa a acreditar que poderia entrar numa faculdade, a partir de então com a ajuda do cursinho, dos professores me empenhei nos estudos, eram mais ou menos 10 horas de estudos mais ou menos 10 horas de estudo por dia. Esse esforço no fim me fez passar na UFPR e ficar em 5º lugar no prouni em Gestão Publica na UniCuritiba. Hoje aguardo começar minhas aulas na UFPR que se iniciam em abril. Agradeço muito ao Elias e a equipe do Formação Solidária por esta conquista.
  • Nome

    Ana Caroline Meneses Costa

    Nasci e cresci no interior do RS na cidade Bagé, nunca fui preocupada com os estudos mas sempre tive notas boas. No ensino médio meu interesse passou a ser a carreira de modelo, tive boas oportunidades e comecei a conciliar os estudos com os trabalhos que fazia para me sustentar. Meus pais eram separados e o meu pai muito pouco me ajudava financeiramente por isso eu precisava trabalhar para conseguir as coisas que desejava. Passei muitas dificuldades financeiras e a carreira me deu grandes chances na vida, com 19 anos vim morar junto com a minha avó em Curitiba e segui modelando, fazendo trabalhos e ganhando meu dinheiro.  Em 2011 depois de perceber que não estava conquistando tudo que desejava, sofri muito para tomar essa decisão, resolvi voltar a estudar e me preparar para o vestibular, prestei Ufpr em Jornalismo mas não passei. Em 2012 conheci o Formação através da internet e me interessei muito pelo trabalho desenvolvido pelo cursinho. Eu não tinha condições de passar na federal se não fosse a ajuda de pessoas preparadas como os professores, reconheço minha pequenez em conhecimentos, por todos os motivos do mundo, nasci numa cidade onde os jovens não se preocupam em não passar no vestibular porque muitos nem sabem o que é fazer 1,2,3 e não ser aprovado, e também nunca imaginei que ia ter que prestar vestibular um dia numa faculdade do nivel da ufpr, eu sonhava em passar o resto da minha vida trabalhando como modelo e ganhando meu dinheiro através disso. Confesso que não acreditava que eu ia passar na Ufpr, era meu segundo vestibular e dessa vez para outro curso, COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL, quando vi meu nome na lista era como se todos os nãos, todas as vezes que fui rejeitada para algum trabalho como modelo por ser mais gordinha, mais baixinha ou qualquer coisa do tipo tivessem sido apagados da minha mente. Foi a sensação mais linda que eu pude experimentar na minha vida. E esses dias assistindo um programa Eureka eu vi um professor falar, passar na Ufpr é uma tatuagem, é uma marca, é algo que tu vai carregar o resto da vida contigo. Acredito que o cursinho me deu não só o aprendizado através dos livros mas também me ensinou que era possível acreditar em mim mesmo com as minhas limitações. Minha vida mudou muito depois da experiencia de passar na Ufpr, falando assim pode parecer fácil e até engraçado que alguém que foi modelo sofreu com rejeição passou por dificuldades, mas eu passei por muita coisa na minha vida, fui humilhada, não conquistei meus objetivos, doei minha vida, minhas forças para seguir uma profissão assim como hoje me doo para estudar e sigo nesse novo caminho, e não recebi muitas coisas positivas, a maioria foram magoas, angustias, tristezas, mas como já disse antes, passar na federal foi uma borracha nas minhas dores e frustrações.
  • Nome

    Angelo Clemente Schuraski

    Quando eu terminei o meu ensino medio fiquei sem estudar durante 3 anos, nesse momento eu comecei a trabalhar para poder ajudar meus pais nas despesas de casa, conforme foi passando o tempo meu interesse pelos estudos diminuiu ainda mais pois já não havia mais contato com os estudos.

    Em 2011 minha irma, Simone Clemente Schuraski, começou a cursar o Formação Solidária e me incentivou a voltar com os estudos, eu entrei na metade de 2012, nesta época eu trabalhava e estudava ao mesmo tempo. As coisas começaram a ficar corridas pra mim mas sabia que valia a pena, mas, confesso que meu foco no começo do curso não era a UFPR.

    Passado alguns meses de curso meu pensamento foi mudando pois via nos professores, na coordenação e nos meus colegas de turma uma determição tao grande de alcançar seus objetivos que comprei a ideia de garantir a minha vaga na UFPR, algo que eu enxergava como impossível de repente ficou assim tão almejado pois já via aquilo como uma meta na minha vida graças a todos que fazem parte desse projeto.

    Hoje, estou muito feliz pois aquele meu objetivo que lá no comeco parecia impossivel e que o Formação Solidária tornou possível, eu alcancei!!!

    Fico feliz em saber que existem pessoas que se importam com a educação e fazem de tudo para que as outras pessoas tambem dêem  o valor na educação, sou universitário da UFPR graças a Deus e ao Formação Solidária.
  • Nome

    Simone Clemente Schuraski

    Logo que terminei o ensino médio não passei na UFPR, no curso de Educação Artística, mais conhecido hoje como artes visuais.

    Então comecei  a trabalhar para ajudar nas despesas da casa sem perder a esperança de fazer uma faculdade. Porém, como trabalhava em um supermercado, não havia muito tempo para estudar, uma vez que trabalhava finais de semana e feriados, portanto, novamente não passei no vestibular da UFPR, dessa vez no curso de Publicidade e Propaganda. Desanimada, fiquei dois anos trabalhando apenas, e deixei esse sonho de lado. Mas minha mãe insistiu que eu voltasse estudar, quando vi um panfleto no ônibus descrevendo sobre o cursinho. Fiz o Super extensivo do Formação Solidária, entretanto faltou pouco para que passasse no curso de ADM na Federal. Resolvi fazer o curso completo, sabendo que o que precisava era de um pouco mais de dedicaçãoda minha parte, pois tanto os professores quanto as pessoas envolvidas na coordenação e colaboração do projeto solidário faziam e fazem mais do que está ao alcanse para que atenda a todos os estudantes que têm um sonho em comum: passar na UFPR ou conseguir uma bolsa em uma faculdade. Finalmente, após seis anos e quatro tentativas consegui uma vaga, dessa vez no curso de Engenharia Cartográfica e Agrimissura, na UFPR.

    Algo que eu aprendi com as pessoas que se envolveram nesse projeto é que nunca devemos desanimar ao primeiro obstáculo que encontramos, não devemos desistir de nossos sonhos, que é possível ajudar sem muitos recursos financeiros quem possui uma renda insuficiente para pagar uma faculdade, que ainda existem pessoas dispostas a ajudar(muitas vezes recusando aulas remuneradas para lecionar no cursinho) e que afirmam que a recompensa está na aprovação no vestibular e no banho de lama no final do ano. Enfim, ao cursinho, ao Elias e aos professores e colaboradores só agradecimentos e meus parabéns por fazer os sonhos desses estudantes uma realidade!
  • Celiane Costa

    Soube do Formação Solidária através do facebook, vendo as fotos de um colega que é professor. Assim, fiquei interessada e resolvi pesquisar mais sobre esse projeto. Me candidatei no site como "Assistente Voluntário" e para minha surpresa, e alegria, o Elias me convidou pra ser professora de um dos módulos de História. Fiquei apreensiva, pois trabalho apenas com Ensino Fundamental, mas confesso que está sendo uma experiência maravilhosa. É muito gratificante entrar numa sala e ver a quantidade de alunos interessados em aprender, e saber que eu posso fazer parte desse aprendizado é realmente muito bom. Espero que esse seja o primeiro de muitos anos que terei o prazer de participar desse projeto.
  • Nome

    Vanderlei Nemitz

    No início do ano de 2010, estava dentro do ônibus, quando vi um cartaz do Cursinho Solidário colado no vidro. Assim que cheguei em casa, liguei para o número que lá estava e quem atendeu e conversou comigo pela primeira vez foi o Elias. Ali começou minha ligação com um projeto que me deixa muito orgulhoso e realizado. A motivação é muito grande ao entrar na sala de aula e ver alunos batalhadores, que lutam diariamente para realizar seus sonhos! Quando os resultados são divulgados e vejo tantos alunos aprovados, é como se eu tivesse conquistado a vaga na universidade! É claro que os maiores méritos são dos alunos, que se dedicam muito, abdicam de lazeres, dos amigos e até da família. Espero continuar dando essa pequena contribuição para tornar os seus sonhos em realidade!

    Vanderlei Nemitz

    Professor do Formação Solidária
  • Nome

    Paulo Fernando Gavioli

    Como você teve conhecimento da Formação Solidária?
    Em contato com professores do Colégio Padre João Bagozzi que já participavam do projeto e as aulas eram ministradas neste estabelecimento de ensino. Esse primeiro contato despertou o interesse pela instituição.

    Por que apoiar uma instituição como a Formação Solidária? Devido ao projeto apresentado e a relevância que é a educação para a formação pessoal, familiar e social. Todo investimento realizado em educação retorna no curto médio e longo prazo para a nação com muitos dividendos.

    O que fez você ajudar a Formação Solidária?
    O projeto apresentado e as referencias obtidas.

    Como se sentiu ao ajudar a Formação Solidária?
    Participante de um projeto sério que dará bons "frutos" a sociedade valorizando o homem ensinando a pescar.

    Como você acredita que irá melhorar o estudo de alunos mais necessitados apoiando a causa?
    Cada um de nós pode contribuir dentro dos seus limites e possibilidades. Não somos tão pobres a ponto de não podermos dar nada.

    Paulo Fernando Gavioli - Sócio/Administrador


    Escritório Contábil Gavioli SS

  • Nome

    Renata Furtado, 23

    As Faculdades Integradas Santa Cruz de Curitiba, através do setor de Responsabilidade Social, apoiam os projetos que auxiliam a comunidade e o desenvolvimento humano. A Formação Solidária é um projeto muito importante para os jovens que querem dedicar-se aos estudos, mas não possuem condições financeiras. É através desse projeto que encontram a possibilidade de ampliar seus conhecimentos e ingressar em uma Universidade. O projeto já existe há três anos, e pretendemos dar continuidade a essa causa por perceber a grande importância na sociedade.

    Renata Furtado – Coordenadora de Responsabilidade Social

    Faculdades Integradas Santa Cruz de Curitiba

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