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Publicado por: admin
O transtorno do pânico (TP) é uma condição clínica psiquiátrica, na qual o distúrbio é nitidamente diferente de outros tipos de ansiedade, em alguns momentos, interlaçionando- se.
A partir dos anos 60, foi possível dirigir atenção especial ao TP e conhecer a alta prevalência, a tendência a cronicidade, a recorrência ao longo do tempo, o impacto na qualidade de vida e a morbi- mortalidade atrelada ao curso da doença.
A explicação científica atualmente defendida para esclarecer as crises de pânico, é que existe um desequilíbrio na produção de dois neurotransmissores, que são responsáveis pela comunicação entre os neurônios. (células do sistema nervoso).
Outra questão está relacionada, são que algumas pessoas são mais suscetíveis ao problema do que outras. Constatou-se que o T.P, ocorre com maior freqüência em algumas famílias, e isto pode significar que há uma participação importante de um fator hereditário (genético) na determinação de quem desenvolverá o transtorno. Entretanto, muitas pessoas que desenvolvem este transtorno não têm nenhum antecedente familiar.
Alguns sintomas físicos caracterizam- se por crises de ansiedade súbitas e espontâneas, , sem fatores desencadeantes aparentes e, freqüentemente, incapacitantes Devido aos sintomas desagradáveis, ele pode ser confundido com uma doença cardíaca ou outra doença grave. Essa avalanche de sintomas , leva ao medo da morte iminente e / ou de fazer algo descontrolado.
Em relação ao tratamento, cada caso é um caso, , ou seja, o especialista vai, de acordo com o grau em que se encontra o paciente, adotar, dentre vários tratamentos, o que melhor se adequar ao paciente.
Atualmente são utilizados medicamentos psicotrópicos como os antidepressivos associados os ansiolíticos no tratamento do TP, bem como, o apoio psicoterápico.
Não basta só descrever os sintomas. Para se resolver, cada um deles tem um sentido psicológico a ser compreendido.
O que significam:
= a sensação de morte iminente?
= a incapacidade de ficar só?
= os pensamentos catastróficos? (Porque é difícil evitá-los?)
Das respostas a perguntas como essas surge a direção para o indivíduo . Começando no efeito terapêutico trazido pela compreensão do propósito benigno das crises, o que elimina seu caráter tenebroso.
Luise de Souza Cozzolino Soares
Psicóloga-CRP: 05-7990
Ainda não há comentários
Cesar no dia 12/09/2009 às 10:49 disse:
muito bom e eslarecedor
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